"Te amar não é fácil, é quase o anti-amor. É muito quase como se você nem existisse, porque só o homem perfeito mereceria tanto sentimento. E eu te anulo o tempo todo dizendo para mim, repetindo para mim, o quanto você falha, o quanto você fraqueja, o quanto você se engana.
E fazendo isso, eu só consigo te amar mais ainda. Porque você enterrou meu sonho aprisionado pela perfeição e me libertou para vivê-lo" (TB)
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
"Não quero que você me largue. Não quero te largar. Não quero ter motivos pra ir embora, pra te deixar falando sozinho, pra bater o telefone na sua cara... Eu fiz isso com todos os outros. É, só que dessa vez eu queria muito que fosse diferente. Dessa vez, com você, eu queria (quero!) que desse certo." (TB)
Carta para o homem que morreu e um pouco de verdade viva!
"(...)Eu passo quieta por você, você passa quieto por mim, e eu ainda escuto o barulho que a gente faz.
(...)E você já abalou tanto a minha vida. Que pena, agora você morreu.
(...)Não morre, por favor. Seja ele, seja o homem que perde um segundo de ar quando me vê.
Mas você nunca mais me olhou quase chorando, você nunca mais se emocionou, nem a mim.
Você nunca mais pegou na minha mão e me fez sentir segura. Nunca mais falou a coisa mais errada do mundo e fez o mundo valer a pena.
Eu treinei viver sem você, eu treinei porque você sempre achou um absurdo o tanto que eu precisava de você para estar feliz.
De tanto treinar acostumei.
(...)Eu só queria que ele aparecesse, o homem que vai me olhar de um jeito que vai limpar toda a sujeira, o rabisco, o nó.
O homem que vai ser o pai dos meus filhos e não dos meus medos.
O homem com o maior colo do mundo, para dar tempo de eu ser mulher, transar para sempre. Para dar tempo de seu ser criança, chorar para sempre.
Para dar tempo de eu ser para sempre.
Cansei de morrer na vida das pessoas. Por isso matei você.
Antes que eu morresse de amor. Matei você.
Eu sei que sou covarde. Surpreso? Eu não." (TB)
(...)E você já abalou tanto a minha vida. Que pena, agora você morreu.
(...)Não morre, por favor. Seja ele, seja o homem que perde um segundo de ar quando me vê.
Mas você nunca mais me olhou quase chorando, você nunca mais se emocionou, nem a mim.
Você nunca mais pegou na minha mão e me fez sentir segura. Nunca mais falou a coisa mais errada do mundo e fez o mundo valer a pena.
Eu treinei viver sem você, eu treinei porque você sempre achou um absurdo o tanto que eu precisava de você para estar feliz.
De tanto treinar acostumei.
(...)Eu só queria que ele aparecesse, o homem que vai me olhar de um jeito que vai limpar toda a sujeira, o rabisco, o nó.
O homem que vai ser o pai dos meus filhos e não dos meus medos.
O homem com o maior colo do mundo, para dar tempo de eu ser mulher, transar para sempre. Para dar tempo de seu ser criança, chorar para sempre.
Para dar tempo de eu ser para sempre.
Cansei de morrer na vida das pessoas. Por isso matei você.
Antes que eu morresse de amor. Matei você.
Eu sei que sou covarde. Surpreso? Eu não." (TB)
" (...)Queria saber onde estão aquelas pessoas de verdade, que a gente não compra mas também não vive sem. Aquele amigo que mudou para o outro lado do mundo mas você não pensa duas vezes antes de pegar o carro, o ônibus ou o avião e fazer uma visita. Só olhar para ele, sentar ao lado, ouvir a voz, faz tudo ficar mais feliz.
Algumas pessoas simplesmente valem a pena.
Queria saber onde é que está aquele tipo de namorado que você não veste para se exibir mas despe para provar só pra si mesmo o quanto é feliz. Que você não desfila ao lado, mas leva dentro do peito.
Que você não compra, consome, negocia ou contrabandeia. Mas se surpreende quando ganha de presente da vida.
Aquele tipo que você não usa para ser alguém e justamente por isso acaba sendo uma pessoa muito melhor.
Não culpo pessoas, lugares e sentimentos que se vendem e muito menos me culpo por viver pra cima e pra baixo com minha sacolinha de degustações frugais. É o nosso mundo moderno cheio de tecnologias e vazio de profundidades.
Mas hoje, só por hoje, vou sair de casa sem minha bolsa. Vamos ver se acabo conhecendo alguém impagável." (TB)
Algumas pessoas simplesmente valem a pena.
Queria saber onde é que está aquele tipo de namorado que você não veste para se exibir mas despe para provar só pra si mesmo o quanto é feliz. Que você não desfila ao lado, mas leva dentro do peito.
Que você não compra, consome, negocia ou contrabandeia. Mas se surpreende quando ganha de presente da vida.
Aquele tipo que você não usa para ser alguém e justamente por isso acaba sendo uma pessoa muito melhor.
Não culpo pessoas, lugares e sentimentos que se vendem e muito menos me culpo por viver pra cima e pra baixo com minha sacolinha de degustações frugais. É o nosso mundo moderno cheio de tecnologias e vazio de profundidades.
Mas hoje, só por hoje, vou sair de casa sem minha bolsa. Vamos ver se acabo conhecendo alguém impagável." (TB)
"Hoje eu acordei numa casa diferente, num quarto diferente, sem nenhuma muleta, sem nenhuma maquiagem, meus amigos estão ocupados, meus pais não podem sofrer por mim. Hoje eu acordei sem nada no estômago, sem nada no coração, sem ter para onde correr, sem colo, sem peito, sem ter onde encostar, sem ter quem culpar. Hoje eu acordei sem ter quem amar, mas aí eu olhei no espelho e vi, pela primeira vez na vida, a única pessoa que pode realmente me fazer feliz" (TB)
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
21 de setembro de 2012.
A chuva que cai na minha janela me traz lembranças que quero esquecer. Hoje é mais um daqueles dias que meu peito aperta e sinto que estou sozinha. E que talvez seja essa a melhor opção.
O frio que eu sinto não é somente externo, é sobretudo interno, porque dentro do meu coração está nevando. Como coisas assim podem acontecer com pessoas boas? eu sei bem que não sou uma pessoa cem por cento boa. Mas as coisas que faço, faço na ânsia de conseguir melhorar tudo ao meu redor... e vejo que fracasso todos os dias tentando ser melhor. Tentando ser alguém que precisa ver o sorriso alheio pra antes de dormir conseguir sorrir também.
Essa semana, até agora, foi a pior do ano para mim. O "até agora" aparenta ser um toque meu pessimismo, mas não é. É porque sei que não posso esperar nem dias e nem semanas melhores... vou vivendo meio que empurrada, acho que estou passando pelo "ciclo seco" novamente. Ano passado fiquei assim também e consegui enfrentar... mas dessa vez, não tenho certeza que daqui pra frente conseguirei. Nem por aqui consegui expressar tudo o que se passa na minha cabeça, mesmo sabendo que ninguém vai ler, não consigo colocar tudo pra fora. Será que só eu sou assim? será que estou nessa sozinha de novo? lá no fundo da alma, algo me diz que sim...
Eu não gosto de admitir que preciso de outras pessoas, porque autossuficiência é algo que admiro e muito. Mas cheguei num ponto que preciso confessar: estou precisando de ajuda. Mas de uma ajuda diferente, não daquelas que dizem "a vida é assim mesmo, tenha força e enfrente...". Eu gostaria de sentir que a minha dor pode ser compartilhada, não para que doa em outra pessoa, mas que divida a minha no meio, ao menos. É duro olhar pro lado e não ter ninguém. É duro ter que passar por tudo isso e ficar quieta, porque as palavras que solto só pioram as situações. É duro ser eu, na verdade... e só tem algo mais duro que tudo isso junto: a espera.
O frio que eu sinto não é somente externo, é sobretudo interno, porque dentro do meu coração está nevando. Como coisas assim podem acontecer com pessoas boas? eu sei bem que não sou uma pessoa cem por cento boa. Mas as coisas que faço, faço na ânsia de conseguir melhorar tudo ao meu redor... e vejo que fracasso todos os dias tentando ser melhor. Tentando ser alguém que precisa ver o sorriso alheio pra antes de dormir conseguir sorrir também.
Essa semana, até agora, foi a pior do ano para mim. O "até agora" aparenta ser um toque meu pessimismo, mas não é. É porque sei que não posso esperar nem dias e nem semanas melhores... vou vivendo meio que empurrada, acho que estou passando pelo "ciclo seco" novamente. Ano passado fiquei assim também e consegui enfrentar... mas dessa vez, não tenho certeza que daqui pra frente conseguirei. Nem por aqui consegui expressar tudo o que se passa na minha cabeça, mesmo sabendo que ninguém vai ler, não consigo colocar tudo pra fora. Será que só eu sou assim? será que estou nessa sozinha de novo? lá no fundo da alma, algo me diz que sim...
Eu não gosto de admitir que preciso de outras pessoas, porque autossuficiência é algo que admiro e muito. Mas cheguei num ponto que preciso confessar: estou precisando de ajuda. Mas de uma ajuda diferente, não daquelas que dizem "a vida é assim mesmo, tenha força e enfrente...". Eu gostaria de sentir que a minha dor pode ser compartilhada, não para que doa em outra pessoa, mas que divida a minha no meio, ao menos. É duro olhar pro lado e não ter ninguém. É duro ter que passar por tudo isso e ficar quieta, porque as palavras que solto só pioram as situações. É duro ser eu, na verdade... e só tem algo mais duro que tudo isso junto: a espera.
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