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sábado, 3 de novembro de 2012

Além de um grande mesa-tenista, um grande exemplo!

Olá vocês, depois de algum bom tempinho. No post de hoje vou falar sobre um ídolo que desde pequena sempre acompanhei e torci. Dono de 10 medalhas de ouro que trouxe como vitória para o Brasil em diversas olimpíadas, Hugo Hoyama é o mesa-tenista que mais se destaca aqui em nosso país, além de ser reconhecido mundialmente também. Ele é meu ídolo, por isso resolvi fazer essa postagem em homenagem à esse grande profissional, e também à essa pessoa maravilhosa, gentil e humilde que ele é.  
 Aqui vai um pedaço da biografia obtida no Wikipédia:
"Começou a praticar o tênis de mesa com sete anos de idade, no Palestra de São Bernardo, clube de sua cidade. Em 1985 fez um estágio de nove meses no Japão, treinando na Universidade Nihon Daigaku. Na volta, aos 17 anos de idade, foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira adulta.
Após a estada no Japão, foi para a Suécia, onde jogou no clube Ranas BTK de 1992 a 1994; na Bélgica, no clube Pantheon Royal Smash e, em 1996, voltou à Suécia, jogando no clube Falkenberg.
Participou das Olimpíadas de Barcelona/1992; Olimpíadas de Atlanta/1996, onde obteve o 9º lugar na prova de simples; Olimpíadas de Sydney/2000, onde foi eliminado na terceira rodada em simples e na segunda em duplas; e Olimpíadas de Atenas/2004.
No ano de 2007, nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, Hugo Hoyama, juntamente com Gustavo Tsuboi e Thiago Monteiro, foi campeão por equipes na tênis de mesa masculino, conquistando assim sua nona medalha de ouro, batendo o recorde brasileiro de medalhas de ouro em jogos Pan-americanos, que pertencia a Gustavo Borges (8 medalhas), nadador já aposentado. Nos jogos Pan-americanos de 2011 em Guadalajara, Hugo foi novamente campeão por equipes, conquistando sua décima medalha de ouro, recorde que seria superado pelo nadador Thiago Pereira ainda em Guadalajara."

Ele é um vencedor que não pode parar de trazer vitórias e conquistas ao Brasil, e merece toda consideração dos amantes e admiradores em geral do tênis de mesa. Hoje tive a oportunidade de conhecer meu ídolo, 3 de novembro de 2012 vai ser um dia marcado pra sempre em minha vida, porque foi um sonho realizado poder conversar com ele pessoalmente. Enfim, Hugo Hoyama... você é o melhor pra mim e sempre será, te amo campeão! <3 


terça-feira, 9 de outubro de 2012

"Chorei três horas, depois dormi dois dias.Parece incrível ainda estar vivo quando já não se acredita em mais nada. Olhar, quando já não se acredita no que se vê. E não sentir dor nem medo porque atingiram seu limite. E não ter nada além deste amplo vazio que poderei preencher como quiser ou deixá-lo assim, sozinho em si mesmo, completo, total."
(Caio F.)

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

"E lá vem você me perguntar porque é que estão todos casando, e falar pela trigésima vez que você vai acabar sozinho e não deve nada a ninguém. E lá vem você me olhar apaixonado e, no segundo seguinte, frio. E me falar para eu não sofrer e para eu ir embora e para eu não esperar nada e para eu não desistir de você. E eu me digo que não é você. Porque, se fosse, meu sono seria paz e não vontade de morrer." (TB)



É quase o anti-amor...

"Te amar não é fácil, é quase o anti-amor. É muito quase como se você nem existisse, porque só o homem perfeito mereceria tanto sentimento. E eu te anulo o tempo todo dizendo para mim, repetindo para mim, o quanto você falha, o quanto você fraqueja, o quanto você se engana.
E fazendo isso, eu só consigo te amar mais ainda. Porque você enterrou meu sonho aprisionado pela perfeição e me libertou para vivê-lo" (TB)
"Não quero que você me largue. Não quero te largar. Não quero ter motivos pra ir embora, pra te deixar falando sozinho, pra bater o telefone na sua cara... Eu fiz isso com todos os outros. É, só que dessa vez eu queria muito que fosse diferente. Dessa vez, com você, eu queria (quero!) que desse certo." (TB) 

Carta para o homem que morreu e um pouco de verdade viva!

"(...)Eu passo quieta por você, você passa quieto por mim, e eu ainda escuto o barulho que a gente faz. 
(...)E você já abalou tanto a minha vida. Que pena, agora você morreu. 
(...)Não morre, por favor. Seja ele, seja o homem que perde um segundo de ar quando me vê. 
Mas você nunca mais me olhou quase chorando, você nunca mais se emocionou, nem a mim. 
Você nunca mais pegou na minha mão e me fez sentir segura. Nunca mais falou a coisa mais errada do mundo e fez o mundo valer a pena. 
Eu treinei viver sem você, eu treinei porque você sempre achou um absurdo o tanto que eu precisava de você para estar feliz. 
De tanto treinar acostumei. 
(...)Eu só queria que ele aparecesse, o homem que vai me olhar de um jeito que vai limpar toda a sujeira, o rabisco, o nó. 
O homem que vai ser o pai dos meus filhos e não dos meus medos. 
O homem com o maior colo do mundo, para dar tempo de eu ser mulher, transar para sempre. Para dar tempo de seu ser criança, chorar para sempre. 
Para dar tempo de eu ser para sempre. 
Cansei de morrer na vida das pessoas. Por isso matei você. 
Antes que eu morresse de amor. Matei você. 
Eu sei que sou covarde. Surpreso? Eu não." (TB)
" (...)Queria saber onde estão aquelas pessoas de verdade, que a gente não compra mas também não vive sem. Aquele amigo que mudou para o outro lado do mundo mas você não pensa duas vezes antes de pegar o carro, o ônibus ou o avião e fazer uma visita. Só olhar para ele, sentar ao lado, ouvir a voz, faz tudo ficar mais feliz.
Algumas pessoas simplesmente valem a pena.
Queria saber onde é que está aquele tipo de namorado que você não veste para se exibir mas despe para provar só pra si mesmo o quanto é feliz. Que você não desfila ao lado, mas leva dentro do peito.
Que você não compra, consome, negocia ou contrabandeia. Mas se surpreende quando ganha de presente da vida.
Aquele tipo que você não usa para ser alguém e justamente por isso acaba sendo uma pessoa muito melhor.
Não culpo pessoas, lugares e sentimentos que se vendem e muito menos me culpo por viver pra cima e pra baixo com minha sacolinha de degustações frugais. É o nosso mundo moderno cheio de tecnologias e vazio de profundidades.
Mas hoje, só por hoje, vou sair de casa sem minha bolsa. Vamos ver se acabo conhecendo alguém impagável." (TB)